sexta-feira, maio 19, 2006
Detonando o tucanato
GUERRA URBANA /ENTREVISTA

Em entrevista à Folha, governador relaciona quadro social a ataques e afirma que mentalidade da minoria branca do Brasil tem de mudar

Burguesia terá de abrir a bolsa, diz Lembo

MÔNICA BERGAMO
COLUNISTA DA FOLHA, em 18/05/2006 - http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff1805200608.htm

O governador de São Paulo, Cláudio Lembo, afirma que o problema de violência no Estado só será resolvido quando a "minoria branca" mudar sua mentalidade. "Nós temos uma burguesia muito má, uma minoria branca muito perversa", afirmou. "A bolsa da burguesia vai ter que ser aberta para poder sustentar a miséria social brasileira no sentido de haver mais empregos, mais educação, mais solidariedade, mais diálogo e reciprocidade de situações."
Lembo criticou o ex-governador Geraldo Alckmin, que disse que aceitaria ajuda federal contra as ações do PCC se ainda estivesse no cargo, e o ex-presidente FHC, que atacou negociação entre o Estado e a facção criminosa para o fim dos ataques. Leia abaixo os principais trechos da entrevista.


Folha - Os jornais estão noticiando hoje [ontem] que houve uma matança em São Paulo na madrugada de terça. A polícia está sob controle ou está partindo para uma vingança?
Cláudio Lembo - A polícia está totalmente sob controle. Eu conversei muito longamente com o coronel Elizeu Eclair [comandante-geral da PM] e estou convicto de que ela está agindo dentro dos limites e com muita sobriedade. Todas as noites há confrontos nas ruas da cidade e esses conflitos foram exasperados nesses dias. Mas vingança, não. A polícia agiu para evitar o pior para a sociedade.

Folha - Foram 93 mortes. Elas estão dentro dos limites? O senhor tem segurança que todos que morreram estavam em confronto?
Lembo -E o conflito que houve da cidade com a bandidagem? Foi violento. É possível que tenha havido tragédias, mas pelo que estou informado não houve nada que fosse além dos confrontos diretos.

Folha - Só no IML (Instituto Médico Legal) estão 40 mortos e não se sabe nem o nome dessas pessoas.
Lembo -Os nomes vão ser revelados. Estamos resolvendo questões burocráticas, de identificação, mas vão ser revelados.

Folha - Jornalistas da Folha entraram no IML e viram fotos de pessoas mortas com tiros na cabeça. Que garantia a sociedade tem de que não morreram inocentes e de que o Estado, por meio da polícia, não está executando essas pessoas?
Lembo -Não está, de maneira alguma. E digo a você: fui muito aconselhado a falar tolices como "aplique-se a lei do Talião". Fui totalmente contrário. Faremos tudo dentro da legalidade e do Estado de Direito.

Folha - O senhor não se assusta com o número de mortos?
Lembo - Eu me assusto com toda a realidade social brasileira. Acho que tudo isso foi um grande alerta para o Brasil. A situação social e o câncer do crime é muito maior do que se imaginava. Este é o grande produto desses dias todos de conflito. Nós temos que começar a refletir sobre como resolver essa situação, que tem um componente social e um componente criminoso, ambos gravíssimos. O crime organizado trabalha com a droga. A droga é um produto caro, consumido por grandes segmentos da sociedade. Enquanto houver consumidor de drogas, haverá crime organizado no tráfico. É assim aqui, na Itália, nos EUA, na Espanha. O crime se alimenta do consumidor de drogas.

Folha - E da miséria...
Lembo - Talvez no Brasil tenha esse componente também. O crime organizado destruiu valores. O Brasil está desintegrado. Temos que recompor a sociedade. A questão social é muito grave.

Folha - O senhor é um homem público há tantos anos, está num partido, o PFL, que está no poder desde que, dizem, Cabral chegou ao Brasil.
Lembo -Essa piada é minha.

Folha - O que o senhor pode dizer para um jovem de 15 a 24 anos, que vive em ambientes violentos da periferia? Que ele vai ter escola? Saúde? Perspectivas de emprego? Como afastá-lo de organizações criminosas como o PCC?
Lembo -Acho que você tem duas situações muito graves: a desintegração familiar que existe no Brasil, e a perda... Eu sou laico, é bom que fique claro para não dizerem que sou da Opus Dei. Mas falta qualquer regramento religioso. O Brasil está desintegrado e perdeu seus valores cívicos. É ridículo falar isso mas o Brasil só acredita na camisa da seleção, que é símbolo de vitória. É um país que só conheceu derrotas. Derrotas sociais...Nós temos uma burguesia muito má, uma minoria branca muito perversa.

Folha - Que ficou assustada nos últimos dia.
Lembo -E que deu entrevistas geniais para o seu jornal. Não há nada mais dramático do que as entrevistas da Folha [com socialites, artistas, empresários e celebridades] desta quarta-feira. Na sua linda casa, dizem que vão sair às ruas fazendo protesto. Vai fazer protesto nada! Vai é para o melhor restaurante cinco estrelas junto com outras figuras da política brasileira fazer o bom jantar.

Folha - Tomar conhaque de R$ 900 [preço de uma única dose do conhaque Henessy no restaurante Fasano].
Lembo -Nossa burguesia devia é ficar quietinha e pensar muito no que ela fez para este país.

Folha - O senhor acha que essas pessoas são responsáveis e não percebem?
Lembo -O Brasil é o país do duplo pensar. Conhecemos a inquisição de 1500 até 1821. Então você tinha um comportamento na rua e um comportamento interior, na sua casa. Isso é o que está na sociedade hoje. Essas pessoas estão falando apenas para o público externo. É um país que é dúbio.

Folha - Onde o senhor responsabiliza essas pessoas?
Lembo -Onde? Na formação histórica do Brasil. A casa grande e a senzala. A casa grande tinha tudo e a senzala não tinha nada. Então é um drama. É um país que quando os escravos foram libertados, quem recebeu indenização foi o senhor, e não os libertos, como aconteceu nos EUA. Então é um país cínico. É disso que nós temos que ter consciência. O cinismo nacional mata o Brasil. Este país tem que deixar de ser cínico. Vou falar a verdade, doa a quem doer, destrua a quem destruir, porque eu acho que só a verdade vai construir este país.

Folha - Mas qual é, objetivamente, a responsabilidade delas nos fatos que ocorreram na cidade?
Lembo -O que eu vi [nas entrevistas para a Folha] foram dondocas de São Paulo dizendo coisinhas lindas. Não podiam dizer tanta tolice. Todos são bonzinhos publicamente. E depois exploram a sociedade, seus serviçais, exploram todos os serviços públicos. Querem estar sempre nos palácios dos governos porque querem ter benesses do governo. Isso não vai ter aqui nesses oito meses [prazo que resta para Lembo deixar o governo]. A bolsa da burguesia vai ter que ser aberta para poder sustentar a miséria social brasileira no sentido de haver mais empregos, mais educação, mais solidariedade, mais diálogo e reciprocidade de situações.

Folha - O senhor diria que elas pensam que aquele rapaz de 15 a 24 anos, que vive perto da selvageria...
Lembo - ...pode ser o Bom Selvagem do Rosseau? Não pode.

Folha - O endurecimento na legislação pode resolver o problema?
Lembo -Transitoriamente pode resolver. Mas se nós não mudarmos a mentalidade brasileira, o cerne da minoria branca brasileira, não vamos a lugar algum.

Folha - O senhor diz que muita gente falou besteira sobre os episódios. Dos EUA, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso criticou a possibilidade de o governo ter feito acordo com os criminosos para cessar a violência.
Lembo -Eu acho que o presidente Fernando Henrique poderia ter ficado silencioso. Ele deveria me conhecer e conhecer o governo de SP. Eu não posso admitir nem a hipótese de se pensar isso. Para opinar sobre um tema tão amargo, tão grave, ele teria que refletir, pensar. E se informar. Quanto ao presidente [FHC], pode ser que eventualmente ele tenha precedente sobre acordos. Eu não tenho.

Folha - Vimos o senhor dando muitas entrevistas na TV. Mas SP teve um outro governador [Alckmin], tem um candidato ao governo e ex-prefeito [Serra]. O senhor ficou sozinho?
Lembo -No poder, um homem é absolutamente solitário. Houve momentos em que praticamente fiquei sozinho. Mas devo agradecer a Polícia Militar e a Polícia Civil também, que estiveram firmes ao meu lado.

Folha - O ex-governador Alckmin telefonou para o senhor em solidariedade?
Lembo -Dois telefonemas.

Folha - O senhor achou pouco?
Lembo -Eu acho normal. Os pulsos [telefônicos] são tão caros...

Folha - E o candidato José Serra?
Lembo -Não telefonou. Eu recebi telefonema da governadora Rosinha [do Rio de Janeiro] e de Aécio Neves [governador de MG], que estava em Washington, ele foi muito elegante. Um ofício do governador Mendonça, de Pernambuco. Recebi muitos apoios, do Poder Judiciário, e a Assembléia Legislativa, deputados de todas as bancadas, nenhum partido faltou.

Folha - As autoridades paulistanas garantiram, nos últimos anos, que o PCC estava desmantelado, que era um dentinho aqui ou ali. Elas enganaram os paulistanos?
Lembo -Não saberia responder. Eu não engano. Eu acho que nós ganhamos uma situação mas é um grande risco. Temos que ficar muito atentos.

Folha - Essas autoridades garantiram que o PCC tinha acabado. Ou elas enganaram...
Lembo -Ou o dentinho era maior do que elas diziam.

Folha - Ou foram incompetentes. O senhor vê terceira alternativa?
Lembo -Pode ser que tenham sido exageradas no momento de transferir segurança. Quiseram ser tranquilizadoras.

Folha - Então elas iludiram as pessoas?
Lembo -É possível.

Folha - O senhor pode dizer que o PCC pode acabar até o fim de seu governo?
Lembo -Só se eu fosse um louco. E ainda não estou com sinal de demência. Acho que o crime organizado é perigosíssimo. Ele se recompõe porque ele tem possibilidades enormes na sociedade.

Folha - O ex-presidente Fernando Henrique não telefonou?
Lembo -Não, não. Ele estava em Nova York. O presidente Lula telefonou, foi muito elegante comigo. Conversei muito com o presidente, ele me deu muito apoio. E o Márcio [Thomaz Bastos] veio, conversamos firmemente, com lealdade. E ele chegou à conclusão que não era necessário nem Exército nem a guarda nacional. Tivemos uma conversa responsável, e o equilíbrio voltou. Mostrei que a Polícia Civil e a Polícia Militar tinham condições de fazer retornar a SP a ordem e a disciplina social.

Folha - O Datafolha mostrou que 73% acham que o senhor deveria ter aceitado ajuda federal. O governador Alckmin disse que não rejeitaria a ajuda.
Lembo -Ele decidiria, se fosse governador, como achava melhor. Eu decidi da forma que achei melhor. Quanto às outras pessoas, faltou clareza de informação da minha parte. E aí me penitencio. Não é que não aceitei ajuda do governo. Ao contrário. Desde sempre houve vínculo forte entre o sistema de informação da polícia federal e a polícia de SP. A superintendência da PF em SP foi extremamente leal, solícita e dinâmica. Eu tinha uma Polícia Militar muito aparelhada. Eu não poderia tirar esse respeito e esse moral que a tropa tinha que ter naquele momento tão difícil aceitando tanques de guerra do Exército. E aí uma sociedade que gosta de paternalismo, como a brasileira, queria Exército, tropas americanas, tropas alemãs, tropas de todo o mundo aqui. Não é assim. Temos que ser fortes, saber decidir em momentos difíceis e dar valor ao que é nosso. Foi o que fiz. Em 48 horas liquidou-se o problema. O Exército é para matar o adversário. Eu queria recolher os adversários possíveis. Nós estávamos num conflito social.
terça-feira, abril 25, 2006
Não aluga para judeu
O Sujeito colocou o seguinte anúncio no jornal:

"Tenho casas para alugar - somente para cristãos".

No dia seguinte, apareceu um interessado.

O dono das casas, um cara muito mal educado, o atendeu:

·
O que é que o senhor deseja aqui?

· Eu tô querendo alugar a casa do senhor!

· Sei, sei! E qual o seu nome?

· David! - David, de que?

· David Rosemberg!

· Não, não, não! Eu não alugo casa para judeu! O senhor não sabe ler, não? Não viu escrito lá que eu só
alugo casa para cristãos!

· Tá certo! Eu sou judeu, mas eu sou cristão...

· Que é isso, rapaz! Pensa que eu sou idiota? Não existe judeu cristão!

· Mas eu garanto pro senhor. Eu sou judeu e sou cristão!

· Ah, é! Então eu vou fazer um teste com você. Vamos ver se você é cristão mesmo! O que é que tem dentro da Igreja Católica?

· A sacristia...

· O que mais?

· Tem o Santo Sudário!

· O que mais?

· Tem o altar...

· O que mais?

· Tem o confessionário...

· Jesus é filho de quem?

· De José!

· E de quem mais?

· De Maria...

· E onde nasceu Jesus?

· Em Belém! Eu sei que foi em Belém! Eu tô falando do local, a casa.

· Não era uma casa! Era uma manjedoura...

· E por que, numa manjedoura?

· Porque naquela época, já existia um filho da puta, que nem você, que não alugava casa para judeu!!!
sexta-feira, janeiro 14, 2005
Quem diz o que não deve, ouve o que não quer...
Uma professora universitária estava acabando de dar as últimas
orientaçõespara os alunos acerca da prova final que ocorreria no dia
seguinte. Finalizou alertando que não haveria desculpas para a falta de
nenhum aluno,com exceção de um grave ferimento, doença ou a morte de algum
parente próximo.
Um engraçadinho que sentava no fundo da classe, perguntou com aquele velho
ar de cinismo:
- Dentre esses motivos justificados, podemos incluir o de extremo cansaço
por atividade sexual?
A classe explodiu em gargalhadas, com a professora aguardando pacientemente
que o silêncio fosse restabelecido.
Tão logo isso ocorreu, ela olhou para o palhaço e respondeu:
- Isto não é um motivo justificado. Como a prova será em forma de múltipla
escolha, você pode vir para a classe e escrever com a outra mão... ou, se
não puder sentar-se, pode respondê-la em pé.

quinta-feira, dezembro 16, 2004
Neuro
Neurose urbana!
quarta-feira, dezembro 15, 2004
Coisas de Gaúcho
1- Ele comenta com você notícias que "deram no Correio ou na Zero..."

2- Quando ele conversa, parece uma briga

3- Você sempre escuta aquele eco da Radio Gaúcha

4- As 6 da manhã, mesmo sábado ou domingo, ele já faz barulho com a "chaleira e o mate"

5- Não existe lugar nem hora inconveniente para andar com uma cuia...

6- Domingo sempre tem churrasco de meio-dia

7- O que sobra, vira arroz carreteiro

8- Se é colorado é saudosista

9- Se é gremista, se acha argentino

10- Acha Capão da Canoa, Imbé e Tramandaí as melhores praias do mundo

11- Se sobra dinheiro, passa o verão em Punta del Este

12- Prefere pala e poncho a casaco

13- Não dá a mínima para o 7 de Setembro

14- Fica furioso com Revolulção Constitucionalista de 32

15- Canta de cor todo o Hino Rio-Grandense no 20 de Setembro

16- É separatista

17- Tem a bandeira no RS colada na traseira do carro

18- Sempre tem um amigo "estanciero"(fazendeiro) em Bagé ou Aceguá

19- Teve algum parente na Revolução de 30

20- Nunca existiu mulher mais linda do que Ieda Maria Vargas

21- Odeia a poluição de São Paulo, mas adora a de Buenos Aires

22- De Getúlio a Medici, todos grandes presidentes. Por que? Eram gaúchos...

23- Deus enviou o seu Messias ao Rio Grande do Sul. Nome? Leonel Brizola

24- Se acha provinciano, e se orgulha disso

25- Harvard? Oxford? Cambridge? Yale? Princeton? Sorbonne? Que nada, universidade é a Ufrgs (se pronuncia URGUÍS), chamada de "a federal".

26-Tem porte de arma

27- Não sabe onde esta sua arma

28- O Centro de Porto Alegre, não fica no Centro...

29- Todo mundo tem apelido

30- Quando neva em Gramado, faz de conta que ja sentiu frio bem pior.

31- A estrada que vai para o litoral se chama "Free-Way"

32- "Balada" tem conotação a tiroteio

33- Tomar um "Balaço" é embriagar-se

34- Assiste o futebol na Globo, ouvindo o Haroldo de Souza narrado na Guaíba

33- Vai no Marcanã ver o Fla-Flu de camisa do Grêmio

34- A uma da tarde sempre escuta o "Sala de Redação" na Gaúcha, e fica xingando o Kenny Braga ou o Paulo Sant'ana

35- Reza pra encontrar alguém do Casseta & Planeta

36- O primeiro telefone na memória do celular é sempre o do advogado

37- Fez CPOR, na arma de cavalaria

38- Ja quis ser piloto da Varig.

39- Tem algum amigo piloto da Varig

40- Reclama dos preços da Varig

41- Pelé foi um enganador, craque era o Tesourinha e o Alcindo

42- Sonha em ter um sítio

43- Sem tem o sítio, tem uma "eguinha", pra dar "banda" no sábado

44- Gosta de comer "Bergamota" na cama

45- Acha que entende tudo de vinho

46- É apaixonado por cerveja Polar

47- Não perde o "Jornal do Almoço"

46- Se irrita com o Rogério Mendeksi na Rádio Pampa de manhã, e muda pro Flavio Alcaraz Gomes na Guaíba

47- Não tem a mínima idéia do motivo que pão francês é "cacetinho"

48- Gosta de dormir depois do churrasco. "tchê, vou tomar uma magnésia bisurada e dar uma sestiada..."

49- Adora passear na Expointer

50- Não perde uma oportunidade de trazer contrabando de Rivera

51- Chama a esposa de "Prenda"

52- Ou é "chimango ou é maragato"

53- Ou é PT ou é anti PT e não tem meio termo

54- Adora passar o dia em Gramado

55- Acha Gramado caríssimo

56- Desmarca até o casamento de um filho para uma pescaria ou caçada

57- Adora chamar os outros de "fiá-da-puta" cujo plural é "fiá-das-puta"

58- Enlouquece quando é chamado de "filho da puta".

59- Adora assistir corrida com chuva no Autódromo de Tarumã60- Acha a Oktoberfest de Santa Cruz do Sul melhor que a de Munique

61- Já foi filiado ao PTB ou ao PDT

62- Parece íntimo de todo mundo

63- Adora caminhar na Rua da Praia, mesmo sem saber o que anda fazendo por ali.

64- Não tem carro, tem "auto"

65- Sabe de cor o "Canto Alegretense, Céu Sol Sul e Querência Amada".

66- Sempre leva um baralho de cartas pra praia, pra um "carteado com dia de chuva".

67- Gosta de fazer compras no Zaffari

68- Acha a Cidade Baixa um espécie de "SoHo" nova-iorquino dentro de Porto Alegre

69- Acha o Moinhos de Vento parecido com a Recoleta ou Palermo Chico

70- Assistiu a algum show da Elis Regina, mesmo que tivesse 4 anos quando ela morreu...

71- Sempre foi apaixonado pelas "gurias do Anchieta"...as Anchietanas

72- Conheceu a namorada no Dado Bier

73- Traiu a namorada no Café do Prado

75- Vai pra Factory em São Leopoldo, pra não ser descoberto.

76- Gosta de ir no "Parcão", no "Brique" e na "Encol".

77- Come sushi com costela

78- Não perde uma despedida de solteiro na "Tia Carmen"

79- Gosta de dias de sol no inverno, pra "lagartear"

80- Acha que ainda esta em tempo de "pegar em armas contra a ditadura do governo central"

81- Já leu "A Ferro e Fogo", do Josué Guimarães umas 10 vezes

82- Sempre começa a ler a Zero Hora pelo Paulo Sant'Ana, depois procura o Luis Fernando Veríssimo.

83- Lê o Correio do Povo só por "tradição"

84- Chama o Metrô de "Trensurb"

85- Os táxis em Porto Alegre são de uma cor indescritível, e costumam não ter o banco do passageiro na frente.

86- Já foi no "Ocidente", no Bom Fim, mas nega até a morte!

87- Chama arquibancada de "Geral"

88- Chama "Geral" de "Coréia"

89- Os Colorados acham o Beira-Rio o Maracanã

90- Os Gremistas acham que o Olímpico é La Bombonera

91- Chamam os gays de "Tia"

92- Chamam as lésbicas de "João"

93- Chama os vizinhos " as véia(o) aí do lado". Independente da idade deles.

94- Adora massa de ar polar

95- Já cantou muito Kleiton & Kledir

96- É sócio, ou já foi, do Grêmio Náutico União ou da Sogipa.

97- Sempre quis ser sócio do Leopoldina Juvenil

98- Tem fixação por "produtos coloniais"

99- Espera o ano todo pela Feira do Livro

100- Tem a mania de falar "Tchê"
sexta-feira, dezembro 03, 2004
Feliz Natal







terça-feira, novembro 16, 2004
Humor Judaico
A família estava reunida no velório do pai.
O filho menor disse:
- Agora teremos que realizar o último desejo do nosso pai. Enterrá-lo com um milhão de dólares.
O filho do meio disse:
- Na verdade, colocaremos US$ 750,000.00 porque temos que
descontar os impostos.
O filho mais velho disse:
- Também temos que descontar 21% do I.V.A.
Ouvindo as opiniões dos filhos, a mãe disse:
- BASTA! O seu pai, não merece tudo isso! Vamos enterrá-lo com o cartão de crédito e assim ele que gaste quanto ele quiser.

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